terça-feira, 27 de agosto de 2013

A Igreja na democracia - diálogo e (in)tolerâncias

Agradam-me muito as palavras e os gestos de Francisco. Não vejo seus discursos apontarem para mudanças significativas de quaisquer dos dogmas ou das normas internas da Igreja Católica. Uma delas - a ordenação de mulheres - já foi por ele descartada.
Suas atitudes e declarações, entretanto, até agora coerentes, mostram a simplicidade e a sincera vontade de quem sabe que à instituição que integra, dirige e representa não cabe mais o papel hegemônico na determinação de comportamentos e indicação de rumos da humanidade. E que, por isso, àqueles que buscam sua orientação, recomenda com sinceridade e humildade a abertura de espírito e a prática do diálogo.
Dele, nada espero além disso.
Mas, se ele se mantiver nesse caminho e, a partir de agora, a Igreja o acompanhar e mudar sua atitude, teremos dado um enorme passo.

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